Comercial, e não é de call center.
Remoto · Tempo inteiro · Sem termo · Base + comissão · Paredes, Porto
Vendemos websites, CRM e automações à medida a empresas que muitas vezes já tiveram uma má experiência com outro fornecedor. Isso não se fecha com um guião, e não é isso que te vamos pedir.
Atualizado em .
O que se faz aqui todos os dias
Duas coisas. Encontrar empresas que precisam do que fazemos, de um site a uma automação, e perceber o problema delas em trinta minutos, e dizer-lhes com honestidade se conseguimos resolvê-lo.
Os pedidos que chegam pelo site são uma parte do trabalho, não o trabalho todo. A outra é procurar, em todas as plataformas onde as empresas estão, e não começas do zero: temos ferramentas nossas que já encontram e organizam contactos de empresas.
Quem vier vai trabalhar com o sistema comercial que construímos para nós próprios, e que é também o que vendemos aos clientes.
O que já está a funcionar quando chegas
- Cada pedido de orçamento chega-te ao telemóvel, com um botão para o assumir.
- Nenhum pedido se perde: se ninguém lhe pegar, o aviso volta a tocar.
- O cliente marca a reunião sozinho, num calendário que só mostra horas livres.
- A confirmação segue por email, com o convite de calendário, sem teres de a escrever.
Não vais construir isto. Vais usá-lo todos os dias, e a tua parte do trabalho é dizer-nos o que lhe falta, porque quem está ao telefone vê coisas que quem escreveu o código não vê.
O que se espera de ti
- Procurar clientes em todas as plataformas onde as empresas estão, e conseguir a primeira conversa.
- Ligar a quem pediu orçamento, no próprio dia. É a promessa que o site faz, e é a primeira que não se pode falhar.
- Fazer a reunião de trinta minutos: perceber o problema e o âmbito. O objetivo não é empurrar uma venda, é perceber se há um projeto que faça sentido para os dois lados.
- Passar-nos o que percebeste com detalhe suficiente para o orçamento sair depressa, às vezes na própria reunião.
- Seguir a proposta até haver um sim ou um não. Um não também serve, desde que chegue e se saiba porquê.
- Dizer que não. Se um projeto não é para nós, é melhor perdê-lo na primeira chamada do que na terceira semana.
Quem encaixa aqui, e quem não encaixa.
O que procuramos
- Quem tenha cabeça de empreendedor, e queira crescer com a empresa em vez de só cumprir horário
- Quem comunique de forma direta, clara e estruturada
- Quem gira o pipeline e o CRM com disciplina, sem deixar nenhuma proposta esquecida
- Quem receba feedback e o aplique depressa
- Quem partilhe o que ouve dos clientes, porque é isso que melhora o que vendemos
- Quem explique uma coisa técnica a quem não é técnico, sem a complicar nem a simplificar demais
- Quem escreva português correto, porque metade disto é escrito e vai com o nome da empresa
- Quem prefira perguntar a adivinhar
- Quem consiga ouvir alguém durante trinta minutos sem estar à espera da vez de falar
- Quem lide bem com um não, porque a maior parte das conversas acaba assim
- Quem consiga organizar o próprio dia sem ninguém atrás
O que não procuramos
- Quem venda por guião, ou quem improvise em vez de seguir o processo: a conversa é tua, os passos não
- Quem prometa prazos ou funcionalidades para fechar, e deixe o problema para nós
- Quem culpe as leads, o mercado ou o momento quando não fecha
- Quem precise de um chefe por cima para saber o que fazer a seguir
- Quem não se sinta confortável com metas e com pressão
- Quem ache que dizer «não sei, vou confirmar» é uma fraqueza, ou leve uma correção a peito
O que exigimos: experiência comprovada na área comercial.
Não é preciso saber programar, e não vamos avaliar isso. No início tens formação nos nossos princípios, na forma como trabalhamos e no que a casa vende.
Se tens mente empreendedora, cresces connosco. A empresa quer crescer, e quem entra cresce com ela.
As condições
Salário. Salário base mais uma comissão progressiva e sem teto sobre cada projeto que fechas e que o cliente paga. Os valores ficam definidos na entrevista.
O que a comissão paga. Projetos fechados e pagos, e mais nada. Não paga reuniões marcadas nem contactos feitos, porque o que conta é o cliente que fica. Mas as contas fazem-se sozinhas: quanto mais conversas abres, mais fechas, e mais ganhas.
Contrato. Sem termo.
Onde e quando. Remoto, a tempo inteiro e com horário flexível, nos termos que combinamos na entrevista. A partir de Portugal, com entrada imediata.
Como é trabalhar aqui, incluindo a parte má.
O mesmo que dizemos a um cliente antes de assinar, dizemos a quem se vai sentar connosco.
Falas com quem decide, porque quem decide está na conversa. Não há ninguém por cima a aprovar, e não vais esperar três dias por uma resposta interna.
Dizemos que não a projetos que não sabemos fazer. Nunca vais ter de vender, construir ou defender uma coisa que a casa depois não entrega, que é a forma mais rápida de ficar sem crédito com um cliente.
O que se promete ao cliente está escrito. O que vai ser feito e o preço ficam fechados antes de começar. Não vais ter de gerir expectativas que alguém criou por cima do possível.
Vais ver o projeto inteiro, do primeiro email à entrega. Não há departamentos fechados: quem fala com o cliente, quem desenha e quem entrega trabalham lado a lado, e vês o que ajudaste a começar chegar ao fim. É a melhor parte de estar cá.
A empresa é pequena, e isso corta dos dois lados. Aprende-se tudo depressa porque não há a quem delegar, e quando alguma coisa corre mal também não há a quem passar. Não há departamento de recursos humanos, não há plano de carreira desenhado, e há meses melhores do que outros. Se procuras uma estrutura montada, esta não é. Dizemos isto agora e não na terceira entrevista.
Candidatar-me a comercial
Respondemos a toda a gente, mesmo quando é não. O que acontece depois de carregares em enviar.
Recebido.
Vais receber já um email de confirmação. Lemos tudo e respondemos a toda a gente, mesmo quando é não.
Preferes por email? geral@agbcorporate.pt, com "Comercial" no assunto. Se quiseres perguntar alguma coisa antes, 933 339 183.
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