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Excel ou CRM?

A folha não é o problema. O problema é o dia em que ela passa a ser a única cópia da verdade, e esse dia chega a toda a gente.

Atualizado em .

Enquanto a folha ainda chega

Há um momento em que uma folha de cálculo é a ferramenta certa, e é este: uma pessoa a tratar dos clientes, poucos de cada vez, e nenhum acompanhamento que dependa de alguém se lembrar de uma data. Nessa fase a folha é rápida, é gratuita, e toda a gente já sabe usá-la.

Se é aí que estás, fica. Montar um sistema para gerir doze clientes é resolver um problema que ainda não tens, e quem te disser o contrário está a vender.

O que não é verdade é que essa fase dure. Ela acaba no dia em que entra a segunda pessoa, ou o trigésimo cliente, ou o primeiro seguimento que tinha de acontecer em março e aconteceu em maio.

O que a folha nunca vai conseguir fazer

Não são falhas de quem a usa, e não se resolvem com mais colunas nem com uma folha melhor. São coisas que uma folha de cálculo não foi feita para fazer.

Não sabes quantos orçamentos estão em aberto

Uma folha guarda linhas, não guarda estados. Para saber quanto é que está em cima da mesa neste momento, alguém tem de olhar linha a linha e decidir de cabeça o que ainda conta. É por isso que a resposta a quanto temos em aberto? demora sempre um dia a chegar, e chega diferente consoante quem a fez.

O seguimento depende de alguém se lembrar

Uma folha não avisa. Não sabe que aquele orçamento foi enviado há doze dias e não teve resposta, e não tem forma de o dizer a ninguém. O seguimento passa a ser memória de uma pessoa, e a memória de uma pessoa falha num dia em que ela esteja ocupada, doente, ou noutra coisa.

Os negócios que se perdem assim não se perdem para a concorrência. Perdem-se sozinhos, e nunca aparecem em relatório nenhum, porque não há relatório de coisas que ninguém fez.

Três versões a circular, e só uma pessoa sabe qual é a boa

Assim que a folha é partilhada, ela multiplica-se. Uma vai por email, outra fica no computador de alguém, outra está na nuvem com metade das alterações. A partir daí, cada pergunta tem três respostas possíveis e a certa é a de quem tiver aberto o ficheiro certo.

É a frase que mais ouvimos de quem chega aqui: «tinha um monte de Excels, e estava tudo perdido lá dentro.»

Sai da folha e entra outra vez à mão na faturação

O que está na folha não fala com o programa de faturação. Alguém copia o cliente, o artigo e o valor de um lado para o outro, e é nessa cópia que aparecem os enganos que ninguém apanha: um preço da versão anterior, um NIF trocado, uma linha a mais.

O que não muda quando sais do Excel

Esta é a parte que trava a decisão, e quase sempre por razões que não se confirmam.

Os dados não se perdem. Migram. Recebemos as folhas como estão, tratamos dos duplicados e do que está mal preenchido, e o histórico entra no sistema novo. O trabalho não é tirar os dados da folha, é decidir o que é que cada coluna passa a ser do outro lado.

A equipa não vai aprender um trabalho novo. As coisas são as mesmas, e é essa a ideia toda de um sistema feito à medida: ele segue o processo que já existe em vez de obrigar a empresa a seguir o dele. O que muda é estarem organizadas, num sítio só, e nada se perder pelo caminho.

Não tens de deitar a folha fora. Se há uma folha que a equipa mantém e que funciona, ela pode continuar a existir e ser ligada ao sistema, em vez de ser substituída. Trocar de ferramenta por trocar é o caminho mais caro para o mesmo sítio.

As três hipóteses, lado a lado.
A pergunta Só a folha A folha ligada CRM à medida
Quanto está em aberto Alguém conta à mão, e a resposta muda com quem conta. Sai um resumo automático da própria folha. Está no ecrã, sempre atualizado.
Seguimento Depende de alguém se lembrar. Avisa quem tem de saber, na data certa. Avisa, atribui a uma pessoa, e regista o que se fez.
Quantas versões há Tantas quantas as cópias que circularam. Continua a haver uma folha, e a haver cópias. Uma, e sabe-se quem mudou o quê.
Faturação Copia-se de um lado para o outro, à mão. O que já está na folha passa sozinho. Ligado ao programa que já usas.
Quem sabe o que Cada um sabe da parte dele, e o resto está na cabeça de alguém. O mesmo, mas com o trabalho repetido feito sozinho. Tudo no mesmo sítio, e continua lá quando alguém sai.
Quanto custa Nada em licenças, e horas todos os dias. Uma automação, uma vez. Um sistema, uma vez, e sem custo por pessoa.
Quando ganha Uma pessoa, poucos clientes, sem seguimento a prazo. O problema é trabalho repetido, e não desorganização. Mais do que uma pessoa, ou seguimento que não pode falhar.

Se o teu problema forem só os seguimentos

Nem toda a gente que se queixa do Excel precisa de um CRM. Às vezes o que dói é uma coisa só: o mesmo trabalho repetido todos os dias, sempre igual, sempre à mão.

Nesse caso há um caminho mais curto, que é automatizar essa parte e deixar o resto como está. Um painel que lê a folha que a equipa já mantém e faz sozinho o que alguém fazia todos os meses, por exemplo. Está contado na página de automação de processos, com o que era feito à mão antes e o que passou a levar meio minuto.

Dizemos-te qual dos dois é o teu caso na primeira conversa, e já mandámos gente embora com a recomendação de não mexer em nada.

A conta que decide, e podes fazê-la hoje

Não te vamos dar um número de horas poupadas, porque ele depende inteiramente do que a tua empresa faz. Mas a conta é simples e podes fazê-la sem falar com ninguém:

  1. Quantas pessoas abrem a folha todos os dias.
  2. Quanto tempo cada uma perde por dia a atualizá-la, a procurar a versão certa, ou a copiar coisas dela para outro lado.
  3. Multiplica pelos dias úteis do mês.

Nas empresas que usam a folha todos os dias, esse número costuma surpreender quem o faz pela primeira vez. E é um custo que já estás a pagar, todos os meses, sem o ver em fatura nenhuma.

Pedir orçamento Ver o que fazemos em CRM As outras comparações

Perguntas que aparecem sempre, respondidas sem rodeios.

E os dados que já tenho no Excel, perco-os?

Não. Migram. Recebemos as folhas como estão, tratamos dos duplicados e do que está mal preenchido, e o histórico entra no sistema novo.

O trabalho não é tirar os dados da folha, que é a parte fácil. É decidir o que é que cada coluna passa a ser do outro lado, e é aí que se percebe o que a folha andava a guardar sem ter sítio próprio para isso.

A minha equipa não vai querer aprender outra coisa.

Não vai ter de aprender um trabalho novo. As coisas são as mesmas, e é essa a ideia de um sistema feito à medida: ele segue o processo que já existe em vez de obrigar a equipa a seguir o dele.

O que muda é estarem organizadas, num sítio só, e nada se perder pelo caminho. Se alguém tiver de reaprender o trabalho para usar o sistema, o sistema está errado.

Dá para manter a folha e ter um CRM?

Dá, e muitas vezes é a resposta certa. Se há uma folha que a equipa mantém e que funciona, ela continua a existir e liga-se ao sistema, em vez de ser substituída.

Trocar de ferramenta por trocar é o caminho mais caro para o mesmo sítio, e obriga toda a gente a reaprender o trabalho para resolver um problema que não era o dela.

Quanto custa sair do Excel?

Depende do que a tua empresa precisa, e não há tabela de preços que responda a isso honestamente. O que te damos é um número por escrito em dois dias, com âmbito e prazo fechados, sem compromisso.

O que mexe no número, e como se paga, estão na página de preços.

E se eu só quiser resolver os seguimentos?

Então não precisas de um CRM, precisas de uma automação, e é mais barato. Para esse caso em concreto há um caminho próprio, descrito na página de automação de processos.

Dizemos-te qual dos dois é o teu caso antes de cobrar seja o que for.

A partir de quantas pessoas a folha deixa de chegar?

Não é o número de pessoas, é o que elas fazem. Uma folha aguenta bem uma pessoa a tratar de poucos clientes de cada vez, sem seguimentos a prazo.

Deixa de chegar no dia em que entra a segunda pessoa a mexer nela, ou em que um seguimento tem de acontecer numa data e ninguém tem forma de o lembrar. Os dois sinais mais honestos são versões diferentes da mesma folha a circular por email e ninguém conseguir dizer de cabeça quanto está em aberto.

Conta-nos o problema. O resto é connosco.

Escreves duas linhas, respondemos no próprio dia, e em dois dias tens um orçamento por escrito. Se não avançares, não perdeste nada.

Ao telefone, de segunda a sábado das 9h às 18h. Somos de Paredes, no Porto, e trabalhamos com clientes em todo o país.

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