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AGB Corporate

WordPress ou site à medida?

A pergunta não é qual é melhor, porque não há resposta a essa. É com que frequência mudas o site, e quem o vai manter daqui a dois anos.

Atualizado em .

Quando o WordPress é a resposta certa

Se publicas conteúdo várias vezes por semana, se há mais do que uma pessoa a mexer no site, e se queres poder mudar tudo sem falar com ninguém, o WordPress resolve-te a vida. É para isso que foi feito e faz isso melhor do que quase tudo o resto.

Também é a resposta quando precisas de uma funcionalidade específica que já existe pronta e testada por milhares de sites, e não vale a pena mandar construir do zero uma coisa que se instala em dez minutos.

Quando começa a custar caro

Um site institucional que muda duas vezes por ano não precisa de um sistema de gestão de conteúdos, e paga por ele de três maneiras.

Os plugins são código de estranhos no teu site

Um site típico acumula dezenas de plugins ao longo dos anos, cada um escrito por alguém diferente, com qualidade diferente e ritmo de manutenção diferente. Cada atualização é uma aposta em que nenhum deles parte outro, e às tantas ninguém se lembra para que servia metade.

Quando um plugin deixa de ser mantido, ou passas a correr código sem correções de segurança, ou tens de o substituir e refazer o que ele fazia.

A velocidade é a soma de todos

Cada plugin traz o seu JavaScript e a sua folha de estilos, e o site carrega tudo, use ou não use. Daí vem grande parte dos sites de empresa lentos: não foi uma decisão, foi uma acumulação.

Há caches e otimizações que resolvem parte disto, e são mais uma camada a manter.

Manutenção é trabalho recorrente, não um extra

Um WordPress bem tratado precisa de atualizações regulares do núcleo, dos plugins e do tema, mais cópias de segurança testadas. Se ninguém faz isso, o site fica exposto, e a maior parte dos sites invadidos que vemos não foi alvo de ninguém: foi apanhado por um robô a percorrer versões antigas conhecidas.

Ninguém troca de site porque o site é feio. Troca quando passa a ter medo de lhe mexer.
António Vaz Sócio-fundador, AGB Corporate

O que um site feito à medida dá em troca

Menos peças móveis. Não há plugins a atualizar, não há tema comprado a partir-se, e o que está no site está lá porque alguém o pôs de propósito.

Carrega mais depressa, porque só carrega o que usa. E a superfície de ataque é muito menor, porque não há painel de administração público à espera de tentativas de entrada.

O que perdes, e é honesto dizê-lo: não mudas a estrutura do site sozinho num sábado à tarde. Textos, preços e imagens sim, onde se ligar um painel para isso. Reorganizar páginas inteiras, não.

O mesmo, lado a lado.
A pergunta WordPress Site à medida
Mudar o site Tudo, sozinho, a qualquer hora. É para isso que foi feito. Textos, preços e imagens onde houver painel. A estrutura, não.
O que corre lá dentro Dezenas de plugins, cada um escrito por alguém diferente. Só o que alguém pôs de propósito.
Velocidade Carrega tudo o que os plugins trazem, use ou não use. Carrega só o que usa.
Manutenção Trabalho recorrente: núcleo, plugins, tema e cópias testadas. Pouca. Não há peças de terceiros a atualizar.
Segurança Painel público e versões conhecidas, que os robôs percorrem. Sem painel público à espera de tentativas de entrada.
Funcionalidade nova Muitas vezes instala-se em dez minutos. Constrói-se, e por isso só se faz a que é mesmo precisa.
Quando ganha Publicas todas as semanas, várias pessoas mexem, queres autonomia. Mudas uma ou duas vezes por ano e ligas a alguém para o fazer.

Quanto custa cada um, ao fim de três anos

Esta é a conta que quase nunca se faz, e é a que decide. Não é o preço de construção: é o que cada caminho pede depois, todos os meses, para continuar de pé.

No WordPress há alojamento, há licenças anuais dos plugins que não são gratuitos, e há o trabalho de manutenção, que existe mesmo quando ninguém o faz. Quando ninguém o faz, ele acumula e aparece de uma vez, normalmente no pior dia.

À medida há alojamento, que costuma ser mais barato porque o site é mais leve, e há o que decidires mudar. Não há licenças a renovar nem atualizações obrigatórias para continuar seguro.

O que inverte esta conta é a frequência de publicação. Se publicas a sério e muitas vezes, o custo de manutenção do WordPress compra-te autonomia que vale mais do que custa. Se não publicas, estás a pagar manutenção de uma máquina parada.

E o SEO, muda alguma coisa?

É a pergunta que aparece sempre, e a resposta honesta é que a plataforma não é um fator de posicionamento. O Google não sabe nem se importa com o que gerou o HTML.

O que conta é o que qualquer um dos dois pode fazer bem ou mal: a velocidade com que a página aparece, o HTML ser legível e ter os dados estruturados certos, os endereços serem estáveis, e o conteúdo responder mesmo à pergunta de quem procurou.

O WordPress tem a vantagem de trazer isso quase feito em extensões conhecidas. Um site à medida tem a vantagem de partir de uma página leve em vez de ter de a emagrecer. Nos dois casos, quem decide é quem escreve o conteúdo.

Uma diferença real: numa migração, os endereços antigos têm de continuar a responder. É a única parte desta decisão onde se perde posicionamento a sério, e perde-se por não se ter feito o trabalho, não por se ter escolhido mal.

A pergunta que resolve isto em dez segundos

Quantas vezes mudaste o teu site no último ano?

Se a resposta é "todas as semanas", queres WordPress ou outro sistema de gestão de conteúdos. Se é "uma ou duas vezes, e liguei a alguém para o fazer", estás a pagar manutenção de um sistema de publicação que não usas para publicar.

E se já tenho um WordPress?

Não é razão para deitar fora. Muitas vezes o melhor caminho é arrumar o que lá está: tirar os plugins a mais, resolver a velocidade, pôr o SEO técnico em ordem, e ficar por aí. Sai muito mais barato do que refazer, e dizemos-te isso quando é o caso.

Se quiseres saber em que estado está o teu antes de decidir seja o que for, fazemos-te um diagnóstico gratuito em 48 horas, com três correções por ordem de valor.

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Perguntas que aparecem sempre, respondidas sem rodeios.

O WordPress é mau para SEO?

Não, e o contrário também não é verdade. A plataforma não é um fator de posicionamento: o Google não sabe nem se importa com o que gerou o HTML.

O que conta é a velocidade, o HTML ser legível com os dados estruturados certos, os endereços serem estáveis, e o conteúdo responder mesmo à pergunta de quem procurou. Os dois conseguem fazer isso bem, e os dois conseguem fazer mal.

Perco o posicionamento se mudar de WordPress para um site à medida?

Só se o trabalho não for feito. A parte que importa é uma: os endereços antigos têm de continuar a responder, com redirecionamentos permanentes para os novos.

É a única parte desta decisão onde se perde posicionamento a sério, e perde-se por não se ter feito o trabalho, não por se ter escolhido mal.

Sem WordPress, consigo mudar os textos sozinho?

Textos, preços e imagens sim, onde se ligar um painel para isso, e liga-se quando faz falta. Reorganizar páginas inteiras e mudar a estrutura, não.

É a troca honesta desta escolha: perdes o sábado à tarde a reorganizar o site sozinho, e ganhas não ter dezenas de peças de terceiros a precisar de atualização.

Qual sai mais caro ao fim de três anos?

Depende de quantas vezes publicas, e não do preço de construção. No WordPress há alojamento, licenças anuais de plugins e manutenção, que existe mesmo quando ninguém a faz: quando ninguém a faz, acumula e aparece de uma vez.

À medida há alojamento, normalmente mais barato porque o site é mais leve, e o que decidires mudar. Se publicas a sério e muitas vezes, a manutenção do WordPress compra-te autonomia que vale mais do que custa.

Já tenho um WordPress. Vale a pena deitar fora?

Quase nunca. O caminho mais barato costuma ser arrumar o que lá está: tirar os plugins a mais, resolver a velocidade, pôr o SEO técnico em ordem, e ficar por aí.

Dizemos-te isso quando é o caso, e não cobramos por o dizer. Se quiseres saber em que estado está o teu antes de decidir, o diagnóstico gratuito responde em 48 horas.

E os plugins? Não dá para ter só os bons?

Dá, e é exatamente o que se deve fazer. O problema não é o primeiro plugin, são os vinte que se acumulam ao longo de anos, cada um com ritmo de manutenção diferente, até ninguém se lembrar para que servia metade.

Quando um deixa de ser mantido, ou passas a correr código sem correções de segurança, ou tens de o substituir e refazer o que ele fazia.

Conta-nos o problema. O resto é connosco.

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