Dá para ligar o Gmail ao CRM?
Dá. Os emails de cada cliente passam a aparecer na ficha dele no CRM, os pedidos que chegam por email entram como contactos novos, e os anexos, como as faturas de fornecedores, podem ser lidos e encaminhados sozinhos. O cuidado principal: ler emails é dos acessos que a Google mais vigia.
Atualizado em . Escrito por Gil Martinho, sócio-fundador.
O que passa de um lado para o outro?
O que se costuma ligar entre o Gmail e o resto:
- O histórico. Os emails trocados com cada cliente aparecem na ficha dele no CRM, à vista de quem o acompanha.
- Os pedidos. Um email de alguém que ainda não é cliente entra no CRM como contacto novo, classificado e entregue à pessoa certa.
- Os anexos. Faturas de fornecedores, comprovativos e certidões são lidos, conferidos e arquivados no sítio certo. É o "lançar faturas de fornecedores" que já fizemos em clientes, na página de automação de processos.
- O envio. Os emails mandados a partir do CRM saem da caixa da pessoa, e a resposta volta ao mesmo sítio.
O que costuma partir, e como se evita?
Três coisas, e nenhuma faz barulho quando acontece:
- A vigilância da caixa caduca. A Google só avisa a ligação de emails novos se ela renovar esse pedido pelo menos de 7 em 7 dias, e recomenda fazê-lo todos os dias. Se a renovação falhar, os emails deixam de entrar no CRM e nada dá erro.
- O aviso só diz que alguma coisa mudou. A ligação tem de ir buscar o que mudou desde a última vez que viu. E cada caixa tem no máximo um aviso por segundo: uma regra que responde a emails sozinha pode entrar em ciclo, e os avisos a mais perdem-se.
- Ler emails é um acesso restrito. Uma aplicação aberta a qualquer pessoa precisa de verificação pela Google, e de uma avaliação de segurança se guardar os dados. Numa empresa com Google Workspace, a ligação faz-se como aplicação interna da organização, que dispensa essa verificação.
O que tens de ter do teu lado?
- De preferência, Google Workspace, e alguém com acesso de administrador.
- A lista das caixas que entram na ligação, e das que ficam de fora.
- O que entra no CRM: os emails de clientes e de pedidos, e não a caixa inteira.
O que faz o preço da ligação subir ou descer está na página de preços.
Onde está escrito
- Google, avisos de emails novos: a renovação de 7 em 7 dias e o limite de um aviso por segundo.
- Google, acessos à API do Gmail: os acessos restritos e o que obrigam.
- Google, aplicações internas: quando não é precisa verificação.
Perguntas que aparecem sempre, respondidas sem rodeios.
A ligação lê todos os emails da empresa?
Lê o que for preciso para o que combinarmos, e é isso que se configura nos acessos: as caixas que entram e o tipo de email que passa para o CRM. O resto fica onde está.
Usamos Outlook e não Gmail. Dá na mesma?
Dá, mas liga-se de outra forma, pelo Microsoft 365. O que esta página explica sobre a Google não se aplica tal e qual.
Se a ligação parar, perco emails?
Não. Os emails continuam no Gmail como sempre. O que fica para trás é o registo no CRM, e é por isso que a ligação tem de avisar quando parar.
Conta-nos o problema. O resto é connosco.
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Ao telefone, de segunda a sábado das 9h às 18h. Somos de Paredes, no Porto, e trabalhamos com clientes em todo o país.
Recebido.
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